O Dr. Carlos Bedin, CRM/SP 154.750, examina a sua área doadora, risca a linha frontal com você diante do espelho, explica o plano e opera pela técnica FUE, dentro do Hospital Belluci.
O Dr. Carlos Bedin, CRM/SP 154.750, examina a sua área doadora, risca a linha frontal com você diante do espelho, explica o plano e opera pela técnica FUE, dentro do Hospital Belluci.
O Dr. Carlos Bedin, CRM/SP 154.750, examina a sua área doadora, risca a linha frontal com você diante do espelho, explica o plano e opera pela técnica FUE, dentro do Hospital Belluci.
Um antes e depois mostra o caso de quem está na imagem. O seu depende de três medidas que só a consulta faz: quanto de área doadora você tem, a altura que a linha pode ocupar no seu rosto e se a queda já está estável.
Por isso, nem toda consulta termina em cirurgia.
Transplante ocupa um dia inteiro. No Belluci, ele acontece em bloco cirúrgico, com material esterilizado e um médico anestesiologista monitorando os sinais vitais durante toda a sedação.
O Dr. Bedin traça a linha frontal com você sentado, acordado, de frente para o espelho. Uma linha desenhada para os 25 anos denuncia a cirurgia aos 45.
O fio implantado cai antes de nascer, e o resultado só se lê a partir do décimo mês. Nos doze meses de retorno, quem atende é a equipe que operou.
No tablet, a foto da primeira consulta. Ao lado, o mesmo paciente no retorno. Toque no caso para ver o detalhe e o critério por trás dele.
Imagens sem manipulação, publicadas com autorização por escrito de cada paciente. Cada caso exige avaliação médica individual. Resultados variam conforme a indicação, a área doadora e as características de cada paciente.
Dois campeões do mundo pelo São Paulo em 2005 e pacientes que autorizaram mostrar cada etapa, do desenho da linha ao acompanhamento.
Vídeos publicados com autorização por escrito de cada paciente. Cada caso exige avaliação médica individual.
Por anos, o Dr. Bedin operou na clínica do Complexo Georgina, em Rio Preto. O volume de cirurgias cresceu até o espaço ficar pequeno para ele e para a equipe.
Muitos pacientes pediam para operar dentro de um hospital. O Dr. Bedin e a Dra. Simone Casteluci Bedin construíram o Hospital Belluci, com bloco cirúrgico próprio, e o transplante passou a acontecer lá.
Sedação leve, conduzida por um médico anestesiologista que monitora os sinais vitais durante toda a cirurgia.
O bloco cirúrgico é próprio. A sala de recuperação fica no mesmo corredor do centro cirúrgico, e quem pernoita dorme numa suíte com acompanhante, frigobar e banheiro exclusivo, no mesmo prédio.
O corredor e o centro cirúrgico, gravados no próprio hospital. A sala de recuperação fica no mesmo corredor do centro cirúrgico.
É a sala onde cabelo e barba são preparados para a cirurgia, com corte na máquina e higienização do couro cabeludo antes da entrada no centro cirúrgico. Depois da cirurgia, a mesma sala recebe a lavagem assistida e a orientação de cuidado com a área tratada.
Cinco etapas, todas feitas dentro do hospital, pelo mesmo médico e pela mesma equipe.
Análise da área doadora, contagem das unidades foliculares e traçado da linha frontal com o paciente de frente para o espelho, conforme o formato do rosto e a idade.
Retirada folicular pela técnica FUE, sem incisão linear na área doadora.
Os folículos ficam em solução e temperatura controladas no intervalo entre a extração e o implante.
Definição de ângulo, direção e densidade fio a fio, respeitando o sentido de crescimento de cada região.
Orientação de cuidados no mesmo dia, revisão nos primeiros dias e acompanhamento programado ao longo dos doze meses seguintes.
Carlos Augusto Bedin nasceu em Nonoai, cidade de 13 mil habitantes no norte do Rio Grande do Sul. Estudou medicina na Universidade Federal do Rio Grande do Norte e voltou para o interior, agora paulista, para trabalhar.
Em 2017 concluiu a pós-graduação em Tricologia Médica no Instituto Superior de Medicina, em São Paulo, entrou para a Sociedade Brasileira do Cabelo e passou a dedicar a agenda ao transplante capilar.
Cada linha frontal é desenhada por ele, com o paciente acordado. É o traço que decide se o resultado passa despercebido daqui a vinte anos.
Já vieram pacientes de outros estados, dos Estados Unidos e do Canadá. O percurso é o mesmo para todos e começa antes de você comprar a passagem.
Você envia suas informações e a equipe faz a avaliação inicial do caso antes de qualquer viagem.
A equipe organiza as datas, orienta hospedagem e traslado.
Exames, desenho da linha capilar com o Dr. Bedin e cirurgia, tudo dentro do Hospital Belluci.
Primeira lavagem e orientações com a equipe antes do seu retorno.
Retornos programados à distância com a mesma equipe que operou.
Se a sua não estiver aqui, mande no WhatsApp. A equipe responde em horário comercial.
Os folículos usados no transplante vêm da região posterior da cabeça, que não tem a mesma sensibilidade hormonal responsável pela calvície. Transplantados, mantêm essa característica. A calvície segue evoluindo nas áreas não transplantadas, e é por isso que o planejamento considera a progressão esperada e o acompanhamento clínico continua depois da cirurgia.
Transplante capilar é procedimento cirúrgico e leva um dia inteiro. Ambiente hospitalar significa bloco cirúrgico próprio, material esterilizado, equipe de apoio e estrutura para conduzir qualquer intercorrência. Em toda cirurgia, um médico anestesiologista acompanha o paciente e monitora os sinais vitais durante todo o período de sedação. Foi por esse motivo que o Dr. Bedin construiu o Hospital Belluci, em vez de operar em sala alugada.
O procedimento é feito com anestesia local e sedação leve, conduzida por um médico anestesiologista, e o desconforto se concentra na aplicação inicial. A extração FUE é unidade a unidade, sem incisão linear na área doadora: as microincisões cicatrizam como pontos milimétricos e ficam cobertas pelo próprio cabelo quando ele volta ao comprimento habitual. A orientação de analgesia é entregue por escrito no dia da alta.
A maior parte dos pacientes retoma atividades de escritório entre o terceiro e o sétimo dia. Atividade física, exposição solar direta e uso de boné têm prazos próprios, entregues na orientação de alta.
A avaliação inicial é feita à distância. Confirmado o planejamento, a equipe organiza a data, a permanência na cidade e o traslado. O hospital tem suítes de acomodação e espaço para acompanhante, e os primeiros dias de pós-operatório são acompanhados presencialmente antes do seu retorno.
Não. A consulta mede a área doadora, avalia se a queda está estável e desenha o que o seu rosto comporta. Quando a área doadora não sustenta o plano ou a queda ainda está ativa, a resposta é tratamento clínico ou um prazo para reavaliar. Quando a cirurgia é o caminho, você sai com o plano do seu caso.
Se a sua dúvida não está aqui, a consulta responde com o seu caso na frente.
Agendar minha consulta Falar no WhatsAppA consulta mede a sua área doadora, desenha o que o seu rosto comporta e diz se é hora de operar. Nem toda consulta termina em cirurgia.
Abrimos o WhatsApp com a sua mensagem pronta. Envie para a equipe receber o seu contato. Se a janela não abriu, use o botão abaixo.
Qualquer resposta serve. Ela só ajuda a equipe a começar a conversa do ponto certo.
A equipe responde em horário comercial. Fotos e histórico clínico não são pedidos aqui; eles seguem depois, em canal privado.
Imagens sem manipulação, com autorização por escrito do paciente. Cada caso exige avaliação médica individual.
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